Os velhos são sábios

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Esta pandemia veio provar que a forma de como o sistema lida com os idosos está desenquadrado da realidade e precisa urgentemente de soluções. Em todo o mundo.

Caso a humanidade não ganhe juízo na sua relação com o ambiente e os recursos naturais, as pandemias tornar-se-ão mais frequentes e, por essa razão, tendo em conta a forma de como se lida com os mais velhos, só nos faz temer pelo pior. No caso de Portugal, dois em cada cinco mortos residem em lares, representando 40% dos óbitos por Covid-19 só nesta resposta social.

Em todo o mundo, tem vindo a crescer um fenómeno que é o da discriminação em função da idade mais avançada, levando a desconsiderar os mais velhos, tratando-os como um peso morto da sociedade, em especial depois de abandonarem a vida ativa. Porém, em sociedades como o Norte da Europa, os mais velhos são considerados autênticos poços de sabedoria, fazendo recordar as cidades da antiguidade, onde estas eram dirigidas por um coletivo de anciãos capazes de guiar a comunidade.

Investigadores de todo o mundo afirmam que os mais velhos discriminados vivem, em média, menos sete a oito anos.

O abandono social dos mais velhos tornou-se ainda mais evidente. No caso dos lares, nem todos dispõem de médico, enfermeira, massagista, nutricionista ou de uma técnica que dinamize as muitas horas que os utentes ali passam. As aldeias, cada vez mais desertas, estão sós e à mercê de si mesmas e, se para cada um de nós a solidão é um problema, para os mais velhos é uma verdadeira doença.

A segurança social não tem flexibilidade e revela pouca imaginação para definir novas respostas sociais. É tal a carga burocrática que impossibilita o desenvolvimento de alternativas, encontrando as mesmas soluções para os mesmos problemas. Acontece, muitas vezes, a Segurança Social rejeitar apoio a projetos que lhe são apresentados, apenas porque não se enquadram nas valências já existentes mas, pasme-se, de seguida, que técnicas de serviço social contactam essas mesmas instituições a pedirem ajuda para encontrarem soluções por não terem respostas dentro do sistema.

E é este o Estado em que aqui chegamos.

Todos são válidos!

Outra vez!? A realidade de voltarmos a confinar em Portugal

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2021 está a ser uma espécie de 2020 mas ao quadrado. Os números que nos fazem chegar por casos de COVID-19 são alarmantes e, por todo o país, os hospitais têm tido sérias dificuldades em dar resposta aos milhares de casos que dão entrada diariamente nos serviços de urgência.

Começa-nos a faltar a força e a perseverança de levarmos em frente esta fatídica luta que assombra todo o mundo. As recentes decisões tomadas pelas nossas autoridades pouco têm valido para esmagar a curva epidemiológica em Portugal, não permitindo contrariar o surgimento de novos casos positivos.

Não vale a pena desacreditar na ciência, apontarmos a culpa a determinados sujeitos decisores ou fazermos juízos de valor de que, se fossemos nós a decidir, os resultados seriam bastante melhores.

Não vale a pena continuarmos a lançar a retórica que só acontece aos outros e que nós, saudáveis, porque estamos sempre bem e de saúde, nunca nos poderá afetar tal coisa. Não vale a pena dizer que só se trata de uma simples gripe, que é tudo uma fraude que estão a promover em todo o mundo ou que se trata de uma tentativa massiva para controlarem as pessoas através de nanopartículas tecnológicas que são colocadas no corpo por via da vacinação. Não vale a pena lançar o debate que esta é uma desculpa para esgotar todos os serviços e setores da saúde, priorizando esta pandemia, descredibilizando tudo o resto que também merece atenção e dedicação. Neste momento, não vale a pena querermos ser mais inteligentes que o resto da humanidade, simplesmente porque estamos cansados de ouvir diariamente o mesmo assunto e, de há quase um ano para cá, sermos privados de fazer as coisas mais simples e básicas que tanto gostamos.

Importa não esquecer que praticamente todos os setores foram afetados.
Principalmente o setor da Economia, que está de mãos atadas face a tudo isto. Muitas empresas não estão a conseguir sobreviver e, consequentemente, milhares de pessoas em todo o país perdem os empregos, passando a acumular dificuldades para assumir os seus compromissos. Este é o resultado de uma crise económica e
social muito dura sem precedentes que está a criar danos difíceis de reparar.

Contrariamente a março de 2020, existe uma luz ao fundo do túnel – a tão esperada vacina -, que ambicionamos que possa chegar a todos tão breve quanto possível. Mas até que isso aconteça, temos de garantir que as medidas de proteção são cumpridas, por muito que nos custe. E devemos fazê-lo, não só do ponto de vista pessoal, mas pelo respeito para com o outro.

Tomemos consciência que é da nossa total responsabilidade assumirmos um papel de alerta, vigilância e de proteção para o bem de todos, como um verdadeiro sentido de missão. Trata-se de um dever geral e não só de alguns, pois este mal não escolhe credos, cores ou ideologias.

Obrigado, Pingo Doce!

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O Pingo Doce, através do seu Departamento de Responsabilidade Social, associou-se à World Needs, apoiando o projeto “HelptoHelp”, com um cartão presente que nos permitiu levar a cabo mais uma iniciativa.
 
Hoje, durante a manhã, fizemos a aquisição de bens de higiene pessoal, como tampões, pensos higiénicos e champôs, que permitirão apoiar cerca de 50 crianças e jovens institucionalizadas.
 
Estamos certos, hoje e sempre, que poderemos fazer a diferença juntos.
 
Sabe bem ajudar!
Obrigado, Pingo Doce! ❤️

Missão de Voluntariado Internacional – Cabo Verde

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Foi assinado o protocolo de colaboração entre Cabo Verde e Portugal, representado pela Associação Comunitária de Achada Eugénio Lima e a World Needs, na pessoa das suas representantes, Ricardina Semedo e Márcia Martins, respetivamente.

Neste acordo, que vigora entre 2020-2023, as organizações colaboram mutuamente, no sentido de partilhar experiências, conhecimento e aprendizagens que permitam enaltecer o desenvolvimento social das comunidades onde se inserem.

É pois, para nós, no âmbito do projeto We Are Together, liderado pela Team Leader, Andreia Anjos, e o Senior Strategist para Cabo Verde, Airton Gomes, motivo de enorme orgulho.

A World Needs prepara, por isso, a Missão de Voluntariado Internacional que ocorrerá em 2021, em Cabo Verde, e que levará até aquele país voluntários de Portugal, para prestar apoio às comunidades, nas mais variadas áreas de atuação.

Isto é World Needs!

Sabe mais em wneeds.org/wearetogether

Google? Sim, é possível.

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A World Needs tem o prazer de partilhar, com todo o mundo, que a Google é patrocinadora oficial da nossa organização.

Com acesso a um conjunto infindável de soluções e serviços desta grande empresa tecnológica, a World Needs fica dotada de inúmeros recursos, capazes de fazerem cumprir muitos dos nossos objetivos, uma vez que tratamos de usar as ferramentas digitais para oferecer à Humanidade soluções que possam satisfazer as suas necessidades.

Desde os serviços de email, alojamento, serviços server, publicidade através do Google ADS, entre outros e tantos serviços que é do conhecimento de todos, mas alargados à escala empresarial e institucional.

Todas as palavras são poucas para tanta emoção. Mas é oficial. A Google está connosco e não poderíamos estar mais orgulhosos!

Obrigado.

América Latina: o perigo e as consequências de se (poder) ser Mulher!

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No mundo contemporâneo não deveria ser permitido, aceitar-se, sequer, pensar na possibilidade da prática de atos de violência. Sejam eles contra quem for. Pois, quanto a nós, trata-se de uma atitude reprovável.

Mahatma Ghandi afirmava ser contra a violência «porque parece fazer bem, mas o bem só é temporário; o mal que faz é que é permanente».

Mas, no fundo, e para reforçar a ideia, Jean Paul Sartre afirmava: «A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota».

Em 2013, num estudo publicado pela Organização Mundial de Saúde, estimava-se que 35 por cento das mulheres em todo o mundo haviam sofrido de violência. Nesse mesmo estudo, e através de dados recolhidos, foi possível mostrar que as mulheres que sofreram de violência (nomeadamente, a física ou sexual) apresentaram mais chances de abortar, de contrair doenças sexualmente transmissíveis e maiores taxas de depressão, em comparação com as mulheres que afirmaram não sofrer qualquer tipo de violência (1).

Estimou-se que 87.000 mulheres foram assassinadas, globalmente, em 2017. Mais de metade das mulheres (50.000, correspondendo a 58 por cento) foram mortas pelos seus parceiros ou elementos ligados à família. Estima-se que pelo menos 137 mulheres por dia, em todo o mundo, são assassinadas pelos seus parceiros ou familiares chegados (4).

Para além dos dados recolhidos no estudo anterior, a PAN AMERICAN HEALTH ORGANIZATION (PAHO) elaborou um relatório acerca da violência contra as mulheres. Concluíram que a violência contra as mulheres está diretamente relacionada com os desfechos de foro sexual e reprodutivo, sendo ainda possível descrever que uma em cada quatro mulheres relataram terem sofrido de violência por um parceiro íntimo. Estes são dados recolhidos de entre os 7 países que representam maiores taxas de Feminicídio em todo o mundo: El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Equador, Peru, Colômbia e Bolívia (2).

As informações de 15 Estados da América Latina demonstram que, no mínimo, 3.287 mulheres foram vítimas de Feminicídio em 2018, constando El Salvador no ranking com a taxa mais elevada – 6.8 mulheres em cada 100.000 mulheres (3).

É na América Latina que os casos de violência contra mulheres que dão origem ao Feminicídio, se revelam com maior acutilância. Entre 2015 e 2018, no México, subiram de 411 para 898 o número de assassinatos de mulheres por razões de género. No Brasil houve um aumento de 12 por cento, entre 2017 e 2018: 1.206 mulheres assassinadas (4).

Se estes números assombram e assustam a realidade de ser mulher na América Latina, ao mesmo tempo eles deveriam envergonhar qualquer cidadão do mundo, pois não é aceitável, em qualquer momento, que se coloque em causa a vida humana por questões de género.

Estamos perante uma discriminação estrutural das mulheres que, muitas vezes, passa ao lado dos decisores políticos. O poder legislativo não tem dada a devida atenção aos assédios, nomeadamente, sexuais, no trabalho, nos ambientes de educação, nos transportes coletivos, nos locais públicos, entre outros, que colocam em causa diariamente a dignidade de milhares de mulheres por todo o mundo. 

Esta é uma discriminação que restringe, priva e não democratiza a liberdade de ser mulher. Uma discriminação que se revela, muitas vezes, institucionalizada quando existe um impacto particular, por exemplo, nas mulheres jovens, quando estão perante situações de aborto e são perseguidas, denunciadas e marginalizadas na sociedade civil.

Caso disso é o exemplo da jovem Belén, uma mulher argentina de 27 anos. No ano de 2014, Belén deu entrada no hospital de Tucumán com uma hemorragia vaginal. O médico das urgências, declarou no seu diagnóstico como um “aborto espontâneo”. Porém, o terror foi mais além: Belén foi acusada de se ter visto livre do feto numa das casas de banho do hospital. A polícia prendeu Belén. Foi condenada a 8 anos de prisão por homicídio agravado, num processo cheio de irregularidades. Dado o alcance da situação, com o apoio da Organização das Nações Unidas e da Amnistia Internacional, Belén cumpriu dois anos na prisão e foi absolvida. Dois anos numa prisão por um crime que não cometeu, simplesmente, por ser mulher. Simplesmente, para que o poder judicial se fizesse valer de um exemplo para a sociedade, mas que acabou por ser um exemplo para o próprio poder judicial para não condenar jovens mulheres inocentes.

Este não pode ser o Mundo de hoje!
O Mundo que conhecemos e onde vivemos, só será mais Mundo, quando a convivência em Humanidade se revelar, claramente, através de um forte compromisso na execução da liberdade, auto determinação e cumprimento dos direitos e deveres das pessoas.

Enquanto não olharmos para o Mundo como um grito de que somos “todos iguais, mas diferentes”, nunca iremos conseguir compreender que a diferença que nos separa é a igualdade que nos junta.

Este, não é de facto o mundo contemporâneo. Não é o mundo atual que permite ser-se, para se ser mais.

World Needs more Equality.
World Needs more Rights.

[1] Organização Mundial da Saúde, Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa, Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Conselho Sul-Africano de Pesquisa Médica (2013). Estimativas globais e regionais da violência contra as mulheres: prevalência e efeitos sobre a saúde da violência conjugal e violência sexual não conjugal

[2] Violence Against Women in the Americas: Data and Action (PAHO) (2018), Violence Against Women, https://www.paho.org/hq/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=1505&Itemid=2459&lang=en, Acesso a 06 de agosto de 2020, às 02:17

[3] https://oig.cepal.org/es/indicadores/feminicidio, Acesso a 06 de agosto de 2020, às 02:05

[4] Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) (2019). Global Study on Homicide 2019, p. 10
[5] https://elpais.com/internacional/2017/03/27/argentina/1490648400_185209.html, Acesso a 06 de agosto de 2020, às 02:48

Uma ligação a Cabo Verde

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Uma das principais áreas de intervenção da World Needs é o voluntariado.

Como sabemos, nos dias de hoje, o voluntariado tornou-se um modo de vida e uma forma diferente de nos oferecermos ao outro, em prol da Humanidade.

Desde a fundação da World Needs, que esteve sempre presente a expansão do projeto para os países de língua oficial portuguesa, em primeiro lugar, por serem países mais próximos à língua mãe do projeto e, posteriormente, para os restantes países que queiram acolher esta nossa missão.

Aliás, desde a fundação desta nossa organização, que um dos principais objetivos para os primeiros 5 anos, trata-se em alargar o projeto ao maior número de países possível.

É por isso que, através do projeto We Are Together da World Needs, em protocolo celebrado com a Associação Eugénio Lima de Cabo Verde, Portugal e Cabo Verde se unem numa parceria estreita de colaboração em projetos entre os dois países, para a partilha de conhecimento, do apoio estrutural que se traduzem em missões humanitárias e de voluntariado em Cabo Verde, sob coordenação das comunidades lá residentes e nos trâmites legais impostos por aquele país.

Esta parceria visa fomentar a relação próxima entre os dois países, por via deste protocolo, no desenvolvimento de uma missão intemporal, que coloque a dignificação humana e o desenvolvimento social (por via da educação, saúde e cultura (científica, tecnológica e social)) em primeiro lugar.

A World Needs tem assim as portas abertas para iniciar a sua missão em Cabo Verde, com a possibilidade de criar parcerias e relações duradouras com entidades locais, que cumpram com os desígnios da nossa missão fundamental e em consonância com os objetivos da Organização das Nações Unidas. 

São motivos mais do que suficientes para que a World Needs se orgulhe do que está a criar, a favor e em prol da Humanidade, sempre como objetivo, e nunca como simples meio.

A missão da World Needs é cooperar para que o desenvolvimento social seja um fator de reconhecimento humano, na promoção da educação, da cultura, da ciência e da solidariedade sob uma perspetiva intemporal e intercultural.

Mais info sobre o projeto aqui.

World Needs YOU.

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De pessoas para pessoas

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A World Needs surgiu numa altura de sobressalto para todos – em pleno surto de COVID-19. Mas foi por ocasião dessa altura que a oportunidade de pensar um projeto, desde Portugal, congregando uma infinita variedade de projetos, agregadores nas mais variadas áreas, se tornou possível.

Foi, praticamente, a junção de conhecimento adquirido ao longo dos anos dos seus fundadores que passou do papel para a prática. E que bom é tornar um sonho realidade.

Uma Organização não-governamental para o desenvolvimento é, por si só, um desafio muito grande: em primeiro lugar, porque deve respeitar, precisamente, a Humanidade nos seus princípios fundamentais; em segundo lugar, porque estamos a desenvolver projetos que são feitos por pessoas para pessoas e, por essa razão, o detalhe e a exigência são pormenores de maior dimensão; e, por último, e não menos importante, colocar amor e alegria em tudo quanto fazemos sem desistir e baixar os braços, torna-se o desafio de todos os desafios.

É por isso que podemos fazer a diferença juntos. Unidos. No esforço. No conhecimento. E na partilha desse conhecimento, em prol do outro, da Humanidade, no geral. Muito como o Rui Madeira e Silva falava nas “bases que estão lançadas para um novo mundo”.

De Portugal, assinalado com um cruz no globo que é a marca da World Needs, saiem movimentos em redor do planeta que terminam num coração, em representação do amor. Esse amor, que se quer espalhado na terra e em toda a parte.

Por essa razão, a World Needs nasce com elementos motivados, capazes e dedicados em querer, de certa forma, ajudar a transformar o nosso mundo. Para melhor. De pessoas para pessoas.

Somos World Needs.

(Adapt)Ação neste tempo de pandemia

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A forma de como passamos a olhar para o nosso dia a dia mudou, precisamente, porque fomos obrigados a fazê-lo. Uns mais cedo, outros mais tarde. Mas fácil se entendeu que acabou por ser unânime a conscientização de cada um de nós de que o COVID-19 veio mudar os nossos hábitos de vida. Talvez, e sem qualquer reserva, em alguns casos, para melhor.

Em pouco tempo ficou implícito, para o bem de todos, que o caminho a seguir teria de passar pelo confinamento à nossa habitação e pela adoção do distanciamento social. Ficamos reduzidos ao estritamente necessário, fazendo com que todos (ou a grande maioria) se obrigassem a parar. E talvez o mundo, com esta paragem que se sucedeu, acabou por entender o quão fundamental é o valor de um simples abraço ou de um carinho junto de quem nos é próximo. E que a pressa, muitas vezes, num corre-corre diário, nos afasta daquilo que é mais importante na nossa vida.

O contacto que era de fácil acesso deixou de o ser. Tornou-se digital. Deixou de ser palpável. Tivemos de nos adaptar às condições de um novo quotidiano que, entre a manhã e a noite, na sombra do mesmo tema, repetidamente, se ecoou. Ficamos preocupados e sensibilizados. Porque se trata do nosso povo e porque falamos do direito à vida que deve ser garantido a toda a humanidade. E não há dinheiro algum que pague a vida de um ser humano.

De entre os dados que nos chegam das entidades oficiais, surgem também sinais de esperança de heróis que, incansavelmente, nas várias frentes de batalha, dedicam o seu tempo para proteger, recuperar e salvar pessoas.

São eles agentes do setor alimentar, dos transportes, bombeiros, INEM, forças de segurança, auxiliares e técnicos das IPSS’s, profissionais de saúde, entre todos aqueles que diariamente trabalham para que não falte nada às famílias e para que tudo seja feito para ultrapassar as dificuldades de quem mais precisa. E aqui cabem todos, sem exceção.

Obrigado.